Refluxo Gastroesofágico (RGE)

Osteopatia Pediátrica em Palmas


O que é?

O refluxo gastroesofágico (RGE) é comum em bebês e acontece quando parte do conteúdo do estômago retorna para o esôfago, podendo sair pela boca em forma de regurgitação. Isso ocorre, principalmente, porque o sistema digestivo ainda está em amadurecimento nos primeiros meses de vida.


Eu sou Ohara Rezende Ramos, especialista em Osteopatia Pediátrica, e realizo uma avaliação cuidadosa do bebê para compreender sua postura, conforto corporal, padrão de sucção, respiração, mobilidade e possíveis fatores que possam estar associados ao desconforto durante ou após as mamadas.


Na maior parte dos casos, a regurgitação é fisiológica e tende a reduzir gradualmente conforme o bebê cresce, passa a permanecer mais tempo sentado e inicia novos alimentos. Nem todo bebê que “golfa” apresenta doença do refluxo.


Alguns sinais que podem estar presentes incluem:

  • Regurgitação após as mamadas;
  • Leite retornando pela boca em pequena quantidade;
  • Irritabilidade em alguns momentos após mamar;
  • Desconforto ao permanecer deitado logo após a alimentação;
  • Sono mais agitado;
  • Pausas ou dificuldades durante a mamada.


A avaliação pediátrica é importante para diferenciar situações comuns do desenvolvimento de casos que precisam de acompanhamento mais específico.


Indicações

Em alguns bebês, o refluxo pode estar associado a desconforto mais frequente, dificuldades alimentares ou impacto no ganho de peso. Nesses casos, o pediatra deve avaliar se há sinais compatíveis com doença do refluxo gastroesofágico ou outras condições que podem causar sintomas semelhantes.


Alguns sinais que merecem atenção incluem:

  • Recusa persistente para mamar;
  • Choro intenso ou irritabilidade frequente durante as mamadas;
  • Arquear o corpo repetidamente enquanto se alimenta;
  • Engasgos recorrentes;
  • Tosse ou desconforto respiratório associados às mamadas;
  • Dificuldade para ganhar peso;
  • Regurgitações muito frequentes com piora progressiva;
  • Sono muito prejudicado pelo desconforto.


Também existem sinais de alerta que exigem avaliação médica mais rápida, como vômitos esverdeados, presença de sangue no vômito ou nas fezes, vômitos fortes e repetitivos, barriga muito distendida, febre, sonolência excessiva ou perda de peso.


O acompanhamento adequado evita que sintomas importantes sejam atribuídos apenas ao refluxo fisiológico. Diretrizes pediátricas reforçam que regurgitações isoladas são comuns em bebês, mas sinais de alarme precisam ser investigados.

Resultados e Benefícios

A osteopatia pediátrica pode ser considerada como uma abordagem complementar para bebês que apresentam desconforto corporal associado às mamadas, sempre em conjunto com o acompanhamento pediátrico.


Durante a consulta, observo aspectos como mobilidade global, postura, padrão respiratório, sucção, movimentos da mandíbula, tensão cervical e conforto do bebê em diferentes posições. A proposta não é substituir o tratamento médico do refluxo, mas oferecer um cuidado complementar quando houver indicação.


O acompanhamento pode contribuir para:

  • Favorecer maior conforto corporal durante e após as mamadas;
  • Observar possíveis tensões em regiões cervical, torácica e diafragmática;
  • Orientar posições de colo e momentos de pausa após a alimentação;
  • Apoiar a família na observação dos sinais do bebê;
  • Identificar situações que precisam de avaliação pediátrica complementar.


É importante que expectativas realistas sejam mantidas: a osteopatia não substitui medidas orientadas pelo pediatra, como ajustes na alimentação, investigação de alergias ou medicamentos quando realmente necessários.

Como é o atendimento?

Meu atendimento é realizado de forma suave, respeitosa e adaptada ao comportamento de cada bebê. A consulta começa com uma conversa detalhada com os pais sobre as mamadas, episódios de regurgitação, sono, choro, ganho de peso e outros sinais observados na rotina.


Em seguida, avalio aspectos como postura, mobilidade corporal, respiração, sucção e possíveis áreas de tensão. Quando utilizo técnicas manuais, elas são delicadas e sempre respeitam a tolerância do bebê, sem movimentos bruscos ou procedimentos invasivos.


Além da avaliação, a consulta também é um momento para orientar os pais sobre cuidados cotidianos, como:

  • Posições de colo após as mamadas;
  • Organização de pausas durante a alimentação;
  • Observação dos sinais de fome e saciedade;
  • Situações que precisam ser levadas ao pediatra;
  • Importância do acompanhamento do ganho de peso.


Meu objetivo é que a família compreenda melhor o que está acontecendo, tenha orientações seguras para a rotina e se sinta mais confiante para acompanhar o desenvolvimento do bebê.

Ohara Rezende Ramos

Osteopatia Pediátrica | CREFITO: 134498 F


Olá! Sou Ohara Rezende Ramos, fisioterapeuta formada pela Universidade de Araraquara/SP, com especialização em Osteopatia pelo IDOT. Minha jornada na fisioterapia começou aos 12 anos, quando tive meu primeiro contato com a profissão ao visitar minha tia na APAE. Desde então, descobri minha verdadeira vocação e dedico minha vida a tratar com empatia e entrega as famílias e pacientes que atendo.


Com 19 anos de formação e mais de 10 anos de experiência em Osteopatia, sou pioneira em Osteopatia Pediátrica em Palmas/TO. Ao longo da minha carreira, já atendi mais de 4.000 bebês, focando em tratamentos como órteses cranianas e assimetrias cranianas, sempre utilizando tecnologia de escaneamento 3D.


Meu compromisso é oferecer um atendimento humanizado e de qualidade, sempre buscando a melhor abordagem para cada paciente. Estou aqui para ajudar você e sua família a alcançarem uma saúde plena e equilibrada.